domingo, 18 de novembro de 2012

Relato reflexivo sobre o curso

Meu relato:
         O que eu posso dizer deste curso? Foram tantos conhecimentos, tantas trocas de ideias, vivências, compartilhamentos de informações, textos elucidativos, enfim o que dizer?
         Digo que foram os dois meses mais interessantes e desafiadores dos últimos tempos, vez ou outra temos que nos desafiar. As atividades foram desafios prazerosos. O blog foi um caso a parte. Um universo em descobrimento, um desafio que recomendo para todos. Nosso blog foi uma das atividades mais interessantes pois nunca havia trabalhado na elaboração de blog, sempre os visitei mas nunca havia construído um. E essa construção foi especial pois pude compartilhá-la com pessoas que ao longo do curso transformaram-se em amigas. Amigas distantes fisicamente mas muito próximas virtualmente.
         Levarei muitas lições aprendidas neste curso para a sala de aula, uma delas é o blog, outra é como diversificar e despertar o gosto pela leitura nos meus alunos. Neste ponto nossos colegas contribuíram muito com as ideias compartilhadas e discutidas nos fóruns ao longo do curso. Aliás, os fóruns foram um caso a parte, momentos em que opiniões, divergências e ideias afloraram.
         Mesmo que ainda não tenha terminado este curso já estou sentindo saudades, dos fóruns, das atividades, dos colegas e de nossa querida tutora.
 
                                                  Emiliana Andréo da Silva

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Relato Reflexivo  sobre o curso- Leitura e Escrita em Contexto Digital, do Programa Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade 2ª Edição/2012.
 
Elisa Maria Bonvicine Brunelli-cursista
 
O Curso me proporcionou uma experiência inovadora, não estava muito ligada na era digital, mas assim que iniciamos esta etapa procurei me empenhar ao máximo, e  fui descobrinco como lidar com esta máquina que nos proporciona viajar pelo mundo apenas com um clique.A cada dia que se passava eu conseguia superar as dificuldades e encontrar ânimo para prosseguir.Posso dizer que grande parte dos problemas consegui solucionar com a ajuda de meus colegas cursistas, lendo suas experiências e assim acrescentando-as ao meu currículo.Com o passar dos dias as dificuldades foram almentando, mas nossa tutora estava pronta para ajudar a superar os desafios.
O blog foi com certeza uma descoberta inovadora em minha vida, jamais pensei conseguir construir um  e ainda postar textos nele.Estou muito feliz pelas descobertas que fiz até o dia de hoje, pois tenho certeza que daqui para frente ninguém mais me segura, já estou pronta para o próximo curso.O desafio nos faz crescer intelectualmente e profissionalmente.
 
Quero agradecer à minha querida tutora : Ana Carolina ( Carol) e meus queridos amigos cursistas, incansáveis !!!!!!!!Um grande abraço a todos.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Relato do curso "Leitura e Escrita em Contexto Digital"

ENI NOVAES MIRANDA

O Curso Leitura e Escrita em Contexto Digital, proporcionou momentos de reflexão acerca da competência leitora. No módulo 1 "Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de Língua Portuguesa", me fez ver que professores das mais diversas áreas estão empenhados e atentos a esse grande problema que enfrentamos. Eu pude atualizar os meus conhecimentos, e a socialização de experiências com os outros integrantes do curso, permitiu o desenvolvimento de trabalhos cooperativos, foi muito interessante me relacionar com colegas do curso via o fórum e mais tarde na construção do blog, a interação entre os cursistas foi muito boa, foi bom também poder trocar ideias e leituras com os colegas na escola, alguns estão fazendo o mesmo curso, várias vezes tínhamos troca de ideias e comentávamos as tarefas, sempre ajudando um ao outro. Achei interessante relembrar como se deu a introdução do universo da leitura em minha vida, e como foi importante o aprendizado e o prazer que os textos despertaram em mim.

O curso exigiu dedicação, não apenas na leitura e produção de textos, como também, em incursões no universo digital. Os textos que compõem a bibliografia do curso foram desafiadores. As contribuições foram grandes em minha disciplina de Matemática, pois sabemos que o Currículo Oficial do Estado de São Paulo, tem como um de seus princípios a prioridade para a competência leitora e escritora e o curso ofereceu subsídios para fortalecer meu conhecimento, dentro da minha disciplina (Matemática), que os gêneros textuais devem ter o enfoque na disciplina e ao mesmo tempo ser interdisciplinar. A linguagem matemática, possui uma terminologia e simbologia próprias, fundamentalmente na escola. Para o aluno, aprender e comunicar-se matematicamente, sendo que conseguir esse domínio não é simples, ficou claro através desse curso que, as aulas precisam ter espaço para que o aluno se aproprie, cada vez mais das formas próprias de expressão, para isso é importante que haja momentos de leitura de textos matemáticos, de forma que tenham contato com a escrita; e também que sejam analisados erros produzidos nas escritas produzidas em sala de aula para que percebam o que é válido ou não em uma escrita matemática. Ficou claro também, que o objetivo é desenvolver a competência leitora de textos problemas, bem como explicitar estratégias de resoluções que podem ser incorporada e transferida a outras situações – em matemática e fora dela – favorecendo a autonomia e a capacidade de aprender e estudar. Procurando trabalhar com meus alunos, assim como no Curso Leitura e Escrita em Contexto Digital , de forma que haja primeiro uma leitura individual, para posterior socialização com os colegas em pequenos grupos e, finalmente com toda classe, de forma que no grupo, apareça outras maneiras de resolução dos problemas ou outras interpretações do texto, que podem enriquecer, e muito, a discussão coletiva final.

Eu percebi que mudar nossas práticas de ensino, aquelas aulas com giz, lousa, leitura em voz alta e logo após interpretação de texto, não são mais suficientes para a nossa clientela de hoje, precisamos sair da teoria, estamos diante de uma nova realidade, de um novo pensar, um novo agir, enfim uma grande mudança, pois as novas tecnologias estão aí e precisamos usá-las. Enfim, ler e escrever não são fácil, mas é tarefa de todos da escola. Esse curso me fez refletir sobre o meu fazer pedagógico e como minhas práticas podem contribuir para o desenvolvimento das competências leitoras e escritoras nos alunos.



domingo, 4 de novembro de 2012

Sozinha no mundo
Pimpa é uma menina que fica órfã quando sua mãe morre na viagem de Serra Azul para São Paulo, onde começa a viver grandes aventuras, tentando achar seu "tio" Leonel. Ela possui uma onçinha de pelúcia Lila que é uma grande amiga e acompanha em toda a trama. Lila foi um presente que seu pai mandou quando abandonou ela e sua mãe. Dona Aurora estava doente e queria se tratar na cidade grande ,então resolveu ir encontrar Leonel, para ver o que o marido tinha lhe deixado de bens, mas morre na viagem. Berenice e Noel conhecem a menina nessa viagem e ajudam-na  no que podem, o juiz deixa a menina ficar com eles até o juizado achar seu "tio" e decidir o destino dela. Até quando aparece uma suposta assistente social que tenta levá-la embora a qualquer custo.

Sagarana

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Lá em cima daquela serra,
passa boi, passa boiada,
passa gente ruim e boa,
passa minha namorada
Epígrafe de Sagarana.
Sagarana é um livro de contos publicado por João Guimarães Rosa em 1946 e cuja primeira versão foi por ele inscrita no Concurso Humberto de Campos, da livraria José Olympio, sob o título de Contos, em 1938, e que assinou sob o pseudônimo de Viator. Essa publicação foi premiada com o segundo lugar no concurso, perdendo para Maria Perigosa, de Luís Jardim.
É a primeira publicação que não foi posteriormente renegada pelo autor. Os textos exemplificam bem o estilo do autor, sua linguagem inovadora e seus temas, atrelados à vida rural de Minas Gerais.
O título Sagarana é um hibridismo: "saga", radical de origem germânica que significa "canto heroico", "lenda"; e "rana", palavra de origem tupi que significa "que exprime semelhança ". Assim Sagarana significa algo como "próximo a uma saga".
João Guimarães Rosa combina e recombina habilmente as informações do meio, confundindo lugares e paisagens, mesclando o real, o imaginário e o lendário em sua obra. Não é um livro regionalista já que não se limita a uma localidade especifica.

Índice

Índice dos contos

O livro é composto pelos contos:
Carro de boi, com uma junta de bois a mais que no conto Conversa de Bois
  • O Burrinho Pedrês
  • A volta do marido pródigo
  • Sarapalha
  • Duelo
  • Minha Gente
  • São Marcos
  • Corpo Fechado
  • Conversa de Bois
  • A hora e vez de Augusto Matraga
Originalmente, o livro possuía outros três contos:
  • Questões de Família
  • Uma História de Amor
  • Bicho Mau

Características gerais da obra

Linguagem

Guimarães Rosa cria neologismos em Sagarana, utilizando-se de palavras formadas por derivações sufixal, prefixal, parassintética e também por abreviação, composição aglutinada e composição justaposta. A obra é repleta de neologismos que se sobressaem em composições e derivações novas, além “de novos tipos de construção frasal”, ditos "neologismos sintáticos”, segundo Mattoso Câmara.
Algumas figuras de linguagem tais como: metáforas, anacoluto e silepse têm também grande destaque. Além disso, o autor faz uso de recursos melopeicos, que são únicos em sua obra. Como disse Guimarães Rosa, “as palavras têm canto e plumagem” (Borba, 1946), e, por isso mesmo, cada uma delas leva a significados diversos, ainda que essa diversidade possa ser muito sutil e só apreendida em um exercício de interpretação. Com efeito, Guimarães apela para os aspectos auditivos (“canto”) e visuais (“plumagem”), fazendo um verdadeiro arranjo sonoro com as palavras. Isso se sobressai principalmente em O Burrinho Pedrês e São Marcos.

Fabulação

Um burrinho pedrês
É outra característica de Guimarães Rosa que se sobressai em Sagarana: o seu extraordinário poder de fabulação. Suas narrativas, repletas de incidentes, casos fantásticos e imaginários, contém às vezes mais de uma “história” dentro da “história”. É o que se pode notar, principalmente, em O Burrinho Pedrês.
De um modo geral, entretanto, esses casos secundários são postos em função do principal: têm a finalidade de comprovar ou preparar terreno para a história principal.

Espaço e personagens

Em carta a João Condé, Guimarães Rosa (2001, p. 25) revela que Sagarana se passaria no interior de Minas Gerais, na paisagem das fazendas e vaqueiros [1] — mundo da infância e juventude do autor.
As histórias são ligadas entre si pelo espaço em que acontecem, e captam os aspectos sociais, físicos e psicológicos do homem interiorano.

Provérbios e quadras

É outra característica do estilo rosiano que evidencia um gosto bem popular: o gosto por ditados e provérbios, além das quadrinhas que harmonizam as noites sertanejas, sob um céu palpitante de luar e de estrelas que pululam encantadas dos sons gotejantes das melodias populares.

Narração

Anopheles o vetor da malária, presente no conto Sarapalha
Os contos O Burrinho Pedrês, A Volta do Marido Pródigo, Sarapalha, Duelo, Conversa de bois e A hora e vez de Augusto Matraga são narrados em terceira pessoa.
A onisciência do narrador nos contos em terceira pessoa é relativizada, acentuando a dimensão mítica, política e a alternância de focos narrativos no transcorrer do texto.
Já nos contos São Marcos, Minha Gente e Corpo Fechado o narrador aparece em primeira pessoa, foco narrativo ilumina os passos do protagonista, mas também revela certas sutilezas que servem para esclarecer o sentido mais profundo da história.

Ver também

Referências

  1. Guimarães Rosa, João (2001), Sagarana, São Paulo: Nova Fronteira.
Ícone de esboço Este artigo sobre um livro é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Resumo de Obras de Machado de Assis

Iaiá Garcia - Machado de Assis
                
Iaiá Garcia era filha de Luís Garcia , viúvo e funcionário público, que nela concentrava todos os seus afetos.
                Quando a história principia, ele está com quarenta e um anos e Iaiá com onze estuda em colégio interno e, nos fins de semana é a fonte de toda a alegria do pai, em cuja casa reina a solidão.

                    Luiz Garcia tem uma amiga, também viúva, Valéria Gomes, mãe de Jorge. Jorge está apaixonado pela filha de um ex - empregado de seu pai, Estela, que vive na mesma casa. 

                Para afastá-lo de Estela ,por não a julgar digna de sua posição social, a mãe força-o a alistar-se como voluntário para lutar na guerra contra o Paraguai.

                Mas Jorge não esquece a sua amada e tem verdadeiro choque ao saber que ela se casara com Luiz Garcia, que a isso foi levado, entre outras razões, pelas boas relações entre Estela e sua filha Iaiá.

                A partir daí, a história evolui ao longo do tempo, com o regresso de Jorge, sua mãe já morta , a influência do novo amigo que fizera no Paraguai, encontros e desencontros, risos e lágrimas, até a morte de Luís Garcia. E Jorge acaba por se casar com Iaiá.
                Nesta história singela, ao gosto romântico e o seu tanto convencional, Machado de Assis começa a revelar as qualidades que mais tarde farão dele um grande romancista: a finura de estilo, o senso de humor que já reponta aqui e ali, a recriação de ambientes , a exata caracterização de personagens, principais ou secundários, como Raimundo, o preto africano, escravo liberto e inteiramente dedicado a Luiz Garcia
                 Mas está longe ainda dos grandes momentos de criação literária que se iniciam a partir do romance seguinte, Memórias Póstumas de Brás Cubas.


O Alienista-Machado de Assis

A história se passa no século xlx(19), retrata a burguesia hipócrita da época. O autor se vale do personagem magnífico Dr. Simão Bacamarte (O Alienista) que casou-se com D.Evarista, que não tinha nenhum atributo de beleza, mas tinha todas as chances de dar ao Dr. Simão, filhos robustos e inteligentes. No entanto isso não ocorre, mesmo depois de dietas e ações médicas realizadas por Dr.Simão os filhos não chegaram. Ele então se dedicou ao estudo da medicina e dentro dela se interessou pela neurologia, estudando assim a sanidade e a loucura humana.

Foi então que pediu licença ao governo de Itaguaí para construir uma residência onde os loucos da cidade se instalariam e seriam tratados, favorecendo também o estudo sobre os limites entre a razão e a loucura. D.Evarista tentou desiludi-lo inventado uma viagem ao Rio de Janeiro, mas ele não cedeu.

Assim foi inaugurada a Casa Verde. Dr. Simão estudava e dedicava-se muito ao seu trabalho. Foi então que começou o terror em Itaguaí, Costa foi levado à Casa Verde. Costa havia recebido uma herança que dava-lhe para viver até “o fim da vida”, mas gastou-a toda em empréstimos aos outros indo para a miséria. Todos surpreenderam-se com a prisão de Costa, já que esse era um homem são. Quando a prima de Costa foi pedir a saída dele da Casa Verde acabou também sendo levada e presa. Depois prenderam Mateus, o homem apenas tinha uma bela casa com um belo jardim, a qual vistoriava cedo e à noite, repousava para que os outros admirassem a ele e a casa.

No começo a vila de Itaguaí aplaudiu a atuação do Alienista, mas os exageros de Simão Bacamarte ocasionaram um motim popular, a rebelião das canjicas, liderados pelo ambicioso barbeiro Porfírio. Porfírio acaba vitorioso, mas em seguida compreende a necessidade da Casa Verde e alia-se a Simão Bacamarte. Há uma intervenção militar e os revoltosos são trancafiados no hospício e o Alienista recupera seu prestígio. Entretanto Simão Bacamarte chega à conclusão de que quatro quintos da população internada eram casos a repensar, então solta todos os recolhidos no hospício e adota critérios inversos para a caracterização da loucura: os loucos agora são os leais, os justos, os honestos etc.

No fim do tratamento todos foram postos fora e analisando, Bacamarte verifica que ele próprio é o único sadio e reto, por isso o sábio Dr. Simão Bacamarte internou-se no casarão da Casa Verde, onde morreu dezessete meses depois e recebeu honras póstumas.

sábado, 3 de novembro de 2012

Atividade textual do módulo 3 -Práticas de leitura e escrita na contemporâneidade


Estes textos abaixo (fictícios) fazem parte de um trabalho realizado pelo curso:                      " Programa Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade, 2ª edição/2012."

São Notícias de um jornal voltado para as classes A e B... . Cada cursista escreveu um texto, e foram aprimorados e publicados neste blog... 

Qualquer semelhança é mera coincidência.

  Assassinato em bairro de apresentadora famosa

No ultimo feriado de finados, um homem foi encontrado baleado na porta da residência de uma apresentadora de televisão, que não quis que seu nome fosse divulgado, na Avenida Brasil, em José Bonifácio. O homem aparentava ter uns 30 anos de idade, estava caído na soleira da casa da apresentadora. A apresentadora relata que após se levantar, escovar os dentes, ouviu um ruído vindo da direção da sua porta de entrada, saiu correndo do banheiro e foi até a frente da sua casa, quando de repente olhou para o chão tinha um cadáver, abaixa-se toca o homem com o dedos,  e percebe que seu corpo está frio e rígido, corre o olhar em torno da casa mas não vê mais ninguém, sai correndo em busca de ajuda, pega o celular  disca o numero da central da polícia.
Após meia hora da sua ligação, a polícia chega ao local e não encontra nenhum vestígio do assassinato. Trabalham com a hipótese de latrocínio, roubo seguido de morte
Autora: Daniela Manzano (cursista)

                                     Mistério na Avenida Vieira Solto


     No último domingo, homem é escontrado morto na porta da residência de uma atriz famosa, na Avenida Vieira Solto, na grande São Paulo.Um homem aparentado 38 anos de idade, foi encontrado caído na soleira da porta de uma atriz famosa, de aproximadamente 42 anos. A atriz conta que ao se levantar, após escovar os dentes, ouve um barulho estranho vindo da porta da rua, então sai do banheiro e caminha até a porta, quando abre depara-se com um cadáver. Assustada toca o corpo e percebe que está frio e rígido.Corre para dentro pega o telefone e liga para a polícia.O caso está sendo investigado pela 28ª Delegacia de Polícia.

Autora: Elisa ( cursista)


Corpo de homem desconhecido aparece, em frente a apartamento de luxo, em São Paulo.

Um homem, não identificado, foi encontrado morto, na manhã desta sexta feira (12),
no corredor do edifício de luxo, Torre de Cristal, na zona sul em Santos, mais
precisamente na Avenida Mario Covas, nº 654.
O corpo estava em frente à porta do apartamento de José da Silva,  jovem  engenheiro,
famoso empresário da construção cível, que este ano saiu da casa de seus pais, comprou esse
apartamento mais próximo do seu trabalho e foi morar só, seus vizinhos reclamam de festas
constantes até altas horas..., segundo ele “ logo ao se levantar, após olhar o seu rádio-relógio
de cabeceira, depois estando ainda no banheiro fazendo suas necessidades e ao tomar banho
, ouviu a campainha à sua porta soar, enxugou-se as pressas, foi até a porta. Olhou pelo olho
mágico, de onde viu apenas a pontinha do tapete do corredor se mover um pouquinho,
más não viu ninguém, estranhou bastante pois quem seria ? às 6 horas da matina,
abriu a porta e deparou-se com o corpo de um caído, já frio e rígido. O empresário afirmou,
ter avisado a polícia imediatamente, com um telefonema após achar o número da central de
polícia”. A polícia encontrou o corpo com as mãos amarradas e um corte profundo na região
do pescoço.
A morte está sendo investigada pelo delegado da DHPP (Departamento de Homicídios e
Proteção à Pessoa), que informou, de acordo com um exame realizado no IML
(Instituto Médico Legal) detectou-se a presença de esperma no órgão genital da vítima.
Outros exames para identificação da vítima, as imagens coletadas das câmeras de segurança
do edifício, das impressões digitais e fragmentos colhidos no local para análise, e os futuros
depoimentos a serem prestados, devem confirmar as primeiras suspeitas da polícia, de ser
um crime passional. E ajudar na solução do mistéri, identificação da vítima e do criminoso,
crime esse que pode envolver alguém da alta sociedade santista . O empresário e outros
moradores do edificio, segundo o delegado serão os primeiros a prestarem depoimento sobre
o ocorrido...

Autora: Eni (cursista)

Homem não identificado é encontrado morto

        Um homem não identificado foi encontrado na soleira de uma residência. Segundo a polícia, que recebeu um chamado desesperado logo pela manhã, o corpo foi encontrado, já frio e rígido, sentado na soleira da porta de uma residência de classe média da cidade.
De acordo com a testemunha, que estava muito abalada, logo pela manhã, após acordar, enquanto estava no banheiro ouviu a campainha insistente a soar, rapidamente enxugou-se e foi atender à porta. Quando abriu a porta levou um grande susto, havia um homem elegantemente vestido, com chapéu e bengala encostado entre o batente da porta e a soleira, chamou-o, mas não obteve resposta, cutucou-o e um arrepio percorreu seu corpo, o homem estava frio e morto. Olhou ao redor e ninguém por perto, correu até o telefone e chamou a polícia.
A polícia ainda não tem pistas de quem seja o falecido e esta investigando o que aconteceu nesta manhã que resultou em sua morte.
Autora: Emiliana (cursista)

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Depoimentos sobre experiências com leitura e escrita, do curso "Práticas de Leitura e Escrita na Contemporâneidade - 2 ed. - 2012"

Depoimentos sobre experiências com leitura e escrita, do curso "Práticas de Leitura e Escrita na Contemporâneidade -
 2 ed. - 2012"
Texto escrito por Daniela Manzano (cursista)
Olá amigos cursistas !!
Meu contato com a leitura veio desde pequena quando minha avó nos contava as historias sobre sua viagem, quando vieram da Espanha para o Brasil a partir dai comecei a gostar de ler principalmente historias de como as coisas havia acontecido, como por exemplo o surgimento dos primeiros habitantes na terra, penso que desde criança já gostaria de ser professora e professora de historia, como diz o autor  Newton Mesquita  é através dos livros que temos a possibilidade de viajar sem sair do lugar.





Texto escrito por  Elisa  (cursista)

Experiências com Leitura e Escrita...



Fiquei pensando o que escrever, foi quando sem perceber voltei por volta dos meus 10 ou 11 anos de idade e então surgiu em minha memória meu professor de Língua Portuguesa,Ganymedes José, escritor de vários livros,então entendi que  foi ele o responsável por eu ter me tornado professora, eu adorava suas aulas , toda semana tínhamos que levar uma revista que eu comprava na banca de jornais da praça e nesta revista havia personagens que recortávamos para fazer a ilustração e escrevíamos o nosso próprio texto em sala de aula. Recordo também que eram tempos difíceis e muitas vezes não tinha dinheiro para comprar nova revista, então eu usava os mesmos personagens as mesmas paisagens e mudava completamente  a ilustração e o texto escrito.

Este foi o responsável por eu ter me tornado professora:


Ganymédes José

Índice

Ganymédes José Santos de Oliveira (Casa Branca,15 de maio de 1936 — 9 de julho de 1990) foi um dos mais influentes escritores da literatura infantil brasileira nos anos 70 e 80. Recebeu vários prêmios, como oPrêmio APCA 1976, da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Jabuti 1985, da Câmara Brasileira do Livro, entre outros. Também exerceu as profissões decronista, ficcionista, poetatradutorteatrólogo,musicistarestaurador de imagens sacras, advogado,professor e ilustrador de livros.

Biografia

Juventude

Ganymédes José nasceu no município de Casa Branca, interior de São Paulo, em 15 de maiode 1936. Filho primogênito de João de Oliveira e Rita Conceição Santos Oliveira, contava que, na hora do seu batizado, o padre ameaçou energicamente: "Com nome de pagão eu não batizo! Só se juntarem José." E concluía: "Daí eu virei substantivo composto." Cresceu num mundo mágico, pois seus pais eram artesãos e tinham grande criatividade para os trabalhos manuais, como enfeitar festas de criança, construir presépios movimentados etc.
Em 1944, com apenas oito anos, escreve o seu primeiro livro intitulado O Porquinho Teimoso, no qual narrava a trajetória de um porquinho cujo sonho era tocar violino numa orquestra. Quando mostrou a história para o pai, este, com toda a paciência, datilografou o conto, grampeou as folhas e, entregando o caderno, disse: "Aí está seu livro. Agora, é só fazer os desenhos."
Ganha Menção Honrosa no Concurso Literário Galeão Coutinho ainda no ginásio, em 1952, promovido pela União Paulista de Educação através do Jornal de Notícias, de São Paulo.
Em 1954 formou-se professor normalista cursando o magistério pelo Instituto de Educação Dr. Francisco Thomaz de Carvalho, uma das primeiras escolas do interior do estado, vindo a ganhar o Brasão da Cidade (promovido pela prefeitura municipal) em 1958. No ano que se formou como bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1959), sua peça Juana Maria dos Presentes foi para os palcos sob a direção de Milton Andrade, velho companheiro de curso, e mereceu da crítica campineira a Medalha de Prata como autor-revelação do II Festival Universitário de Campinas.
Retornando a Casa Branca, começou a trabalhar no Cartório de Notas de seu pai e lecionouinglês na escola de Comércio. Nove anos depois, em 1968, foi vencedor do I Festival de Música Popular de Casa Branca.

A fama

Em 1972, aceitou o desafio-convite de Ignácio de Loyola Brandão para escrever A Vida de Cristo, em vinte fascículos, sua primeira possibilidade de ser escritor editado. Nessa época lecionava português e cursava a faculdade de Letras de São José do Rio Pardo.
No ano seguinte sai o seu primeiro romance publicado, A Noite dos Grandes Pedidos, acompanhado de uma fecunda produção de textos (pelas séries InspetoraVivi Pimenta eGoiabinha), romances, novelasliteratura infanto-juvenil, com mais de cem livros publicados num período de dez anos, datilografando apenas com três dedos e consagrando-se como um dos grandes nomes da literatura infantil no Brasil naquela década, servindo de inspiração para muita gente do ramo, como Stella CarrÁlvaro Cardoso GomesLourenço Diaféria e Pedro Bandeira.
Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) concedeu-lhe o prêmio de melhor livro infantil por A Galinha Nanduca, em 1976. Meses depois, em setembro de 1976, publicou a obraQuando Florescem os Ipês, que nada foi alterado na revisão gramatical, após ter permanecido quinze anos guardado numa gaveta à espera de publicação. No dia 31 de dezembro foi apresentado para todo o Brasil no programa Cidade contra Cidade, de Sílvio Santos, onde eram apresentados os melhores números do ano com relação a vendagens, tendo a honra de ver seu nome nos dois primeiros números colocados no fechamento do programa.
Através de pesquisa efetuada pelo MEC nas salas circundantes no período de junho de 1979a junho de 1980, a ordem de autores mais lidos no país era a seguinte: 1. Walt Disney (HQ's); 2. Ganymédes José; 3. Irmãos Grimm e 4. Monteiro Lobato.
Recebeu e aceitou o convite para se tornar membro efetivo da Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil em 1979.
Talvez, com certa intuição de que partiria cedo, Ganymédes escreveu em ritmo de avalanche, o que fez com que a "crítica oficial" o considerasse, durante muitos anos, como um escritor menor, o que estava longe de ser verdade e o tempo se encarregou de prová-lo. Escritor de linhagem lobatiana, Ganymédes, tal qual Lobato, criou mundos onde as crianças adoram viver. Com a diferença exigida pelos nossos tempos de que não há individualismos prepotentes (como o de Emília, a grande presença no mundo lobatiano, de raízes nietzschianas), no universo de Ganymédes José as lideranças pertencem a grupos, nunca a um determinado personagem. O bom humor, o riso onipresente na maior parte de suas tramas provém de uma visão de mundo realista, mas otimista e gaiata, que privilegiava a vida como o bem mais precioso. Daí suas sátiras às vaidadespreconceitos ou tolices formais que há séculos são cultivadas pela sociedade. Suas narrativas transmitem a certeza de que o essencial é a vida, o amor e que a nossa presença no mundo só adquire valor na medida em que lutamos pelos ideais de fraternidade e justiça. Daí sua predileção pelas existências comuns (sem heróis ou heroínas de exceção…) e pelas situações banais do cotidiano, onde de repente surge o inesperado, o mistério ou o insólito. Bom assusnto não acham galera?

Década de 1980

Passou a receber inúmeras cartas de fãs de diversas partes do país, em sua maioria compostos de jovens que tiveram acesso e conhecimento de suas obras através das atividades escolares. Uma dessas jovens, de nome Cláudia, lhe inspirou a escrever outra obra que mais tarde seria, dentre todas, uma das mais populares nos anos 80Um Girassol na Janela, que rapidamente fez com que a primeira tiragem se esgotasse em questão de semanas.
Era o ano de 1984 e autores infantis no Brasil estavam em "voga", impulsionados pelo fim da repressão de vinte anos provocada pela ditadura militar. Uma variedade de títulos voltado a temas que antes eram considerados tabus, foram despejados no mercado, possibilitando com que a literatura infanto-juvenil no Brasil ganhasse, em poucos anos, um crescimento como jamais visto. Ganymédes juntou-se a essa geração, trazendo consigo um reconhecimento conquistado na década anterior.
Em 1985 ganhou o Prêmio Jabuti ao lado de Giselda Laporta Nicolelis, concedido pela Câmara Brasileira do Livro.
A partir daí pôde dedicar todo o tempo aos livros, ora lecionando e curtindo seus alunos, ora sentado à mesa usando uma boa e velha máquina de escrever (sentia certo pavor diante doscomputadores), escrevendo peças para teatro infantil, traduzindo livros, respondendo cartas e escrevendo crônicas para o jornal Casa Branca Hoje.

O fim

Seu grande desafio veio no ano de 1989, enquanto escrevia Posso Te Dar Meu Coração, quando idealizou escrever um livro sobre drogas. Numa viagem para Curitiba, a fim de concretizar negócios editoriais, recebe o convite do psicólogo Carlos T. Grzybowski para pôr em prática o seu projeto, e se dispôs a ajudá-lo. Ganymédes foi para São Paulo mas voltou à Curitiba com o intuito de cumprir a missão, visitando casas de recuperação e entrevistando ex-drogados em companhia do amigo. Com os originais prontos para a publicação, a Editora Moderna rejeitou na primeira tentativa, e Ganymédes se viu na necessidade de reformulá-los. Foram vários meses de luta para que a editora aceitasse o desafio de publicar a obra, que ganhara o nome de Uma Luz no Fim do Túnel.
No dia 9 de julho de 1990, quando Ganymédes se preparava para o lançamento, seu coraçãoparou repentinamente de bater e veio a falecer após uma parada cardíaca, na mesma casa em que nasceu, no município de Casa Branca.

Estilo literário

Muitos livros de Ganymédes são verdadeiros cine-mentais, com uma descrição precisa e mágica de cenários e personagens. As cores sutis e bem colocadas refletem, de certa forma, o elemento mais forte: o clima, a emoção que a tudo envolve. E o ritmo, que permite ao leitor caminhar na história, adentrar um personagem, envolver-se totalmente. Obras como Meu Nome É Esperança!,O Rio traz, O Rio leva e A História do Galo Marquês são exemplos do cinema interior proposto por Ganymédes José. Imagens que chegam a ter "cheiros": de terra, de chuva no asfalto, de papel celofane, do pão saindo do forno, das coisas frias aos sentimentos ternos, fazendo com que o leitor se sensibilize pela narrativa fluente.
Viagem, um de seus primeiros livros, é inteiramente ilustrado com motivos vitorianos, crianças e flores, na diagramação de seu irmão, o artista plástico Tenê, de Casa Branca. Eis o caminho de um menino através do presépio, na véspera de Natal, aceitando o convite de Frei Sineiro, um boneco de chocolate com rosto de massa de amêndoas. Neste livro, cada página é um momento dessa viagem, um espaço para conhecer cada personagem que surge repentinamente e para refletir sobre as mensagens simples da existência. Ganymédes José que, desde a infância, conviveu com a magia dos grandes presépios móveis construídos habilmente pelo seu pai, soube estender o convite a todos os leitores, com palavras delicadas e firmes.

Obras

Teatro
  • Juana Maria dos Presentes (1959)
Romances
  • " Sem destino" (1952)
  • A Vida de Cristo (1972)
  • Classe Média (1973)
  • Uma Vez, Casa Branca (1973)
  • Sem Destino (1974)
  • Depois, o Silêncio (1974)
  • Meu Nome É Esperança! (1974)
  • Tiana Coragem (1976)
  • Quando Florescem os Ipês (1976)
  • Super G (1982)
  • A Ladeira da Saudade (1984)
Literatura infantil
  • A Noite dos Grandes Pedidos (1973)
  • A Viagem da Canção Mágica (1973)
  • Os Homens de Papel (1973)
  • A Terra dos Benebons Amarelos (1974)
  • Júlia Pata (1974)
  • Uma Menina Chamada Rita (1975)
  • A Galinha Nanduca (1975)
  • O Caso do Tesouro da Diaba Velha (1975)
  • Viagem (1975)
  • O Menino que Veio para Ficar (1976)
  • A Anjinha Teresinha (1976)
  • Tuniquim (1977)
  • Bicicleta para Dois (1978)
  • Pai-de-Todos (1978)
  • Os 7 Enigmas de Ganimédes (1979)
  • O Ônibus Musical (1979)
  • Para Além das Estrelas (1979)
  • Caminho para o Sol (1979)
  • A Galinha Nanduca em São Paulo (1979)
  • Os 5 na Lua (1980)
  • O Menino e a Lagartixa (1981)
  • Do Outro Lado do Mar (1981)
  • Dona de Pensão (1981)
  • Amarelinho (1982)
  • O Caso da Taça do Professorado (1982)
  • Uma Estudante Chamada Rita (1982)
  • Fazedor de Mágicas (1982)
  • A Galinha Nanduca em Aracaju (1982)
  • Guerra no Rio (1982)
  • A História do Galinho Marquês (1982)
  • A Morte tem 7 Herdeiros: a noite em que Agatha Christie visitou Jacuruçunga (co-autoria com Stella Carr) (1982)
  • A Mulher do Papai Noel (1982)
  • A Vila das Três Cruzes (1982)
  • Em Tempo de Festa (1983)
  • Escolha o Final (1983)
  • João Faz-de-Conta (1983)
  • Larissa (1983)
  • A Pantera de Pijama Cor-de-Rosa (1983)
  • A Toca do Edu e a Copa (1983)
  • Vamos Fazer Teatro (1983)
  • Um Girassol na Janela (1984)
  • A Noite do Lobisomem (1984)
  • O Dia em que a Guerra passou por Casa Branca (1984)
  • Os Ossos do Capitão Tarmelão (1984)
  • Corações de Pedra (1984)
  • Por uma Semente de Paz (1984)
  • Os Heróis da Bola de Cristal (1984)
  • Os Guardiães de Soterion (1984)
  • Oito Minutos dentro de uma Fotografia (1984)
  • A Turma da Tia e os Bilhetes Misteriosos (1984)
  • A Próxima Vítima (1984)
  • A Macaca Sofia (1984)
  • AwanKana (1984)
  • Tudo Vale a Pena (1984)
  • Eu e o Teatro (1984)
  • A Pedra dos Sinais (1985)
  • Na Terra dos Orixás (1985)
  • O Enigma das Estrelas (1985)
  • Boçoroca (1985)
  • O Roubo da Comenda Imperial (1985)
  • O Enigma da Casa de Vidro (1985)
  • Os Doze Trabalhos de Hércules (1985)
  • A Próxima Vítima (1985)
  • O Rio Traz, o Rio Leva (1986)
  • E se Todo Mundo Tivesse Rabo? (1986)
  • O Solar Assombrado (1986)
  • A Lenda da América do Sul (1987)
  • Um Amor do Outro Mundo (1987)
  • A Risada da Lilinha (1987)
  • O Príncipe Fantasma (1987)
  • Brim Azul (1987)
  • Bang-Bang na Italiana (1988)
  • Posso Te Dar Meu Coração (1990)
  • Adoráveis Vigaristas (1990)
  • Uma Luz no Fim do Túnel (1990)
Obras póstumas
  • O Crime Atrás da Porta (1991)
  • O Mistério no Colégio (2003)
  • No Caminho das Estrelas: A História de Rute (2003)
Coleções
  • Série Inspetora (de 1973 a 1982)
  • Série Goiabinha (de 1975 a 1976)
  • Série Vivi Pimenta (de 1975 a 1976)
  • Coleção Fio FioCores do Arco-íris/ Fazendo Cartões (1981)

Principais prêmios

  • 1973 - Troféu Jabuticaba, da Câmara Municipal de Casa Branca.
  • 1975 - Prêmio APCA de melhor livro infantil
  • 1979 - Membro da Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil.
  • 1979 - Menção honrosa no Concurso Fernando Chinaglia, Rio de Janeiro.
  • 1980 - BIJ-Informa, da Prefeitura de São Paulo.
  • 1982 - Prêmio João de Barro (júri adulto), em Belo Horizonte.
  • 1985 - Prêmio Jabuti, na categoria literatura juvenil.




Texto escrito por  Emiliana (cursista)


Posso dizer que mesmo antes de nascer já ouvia histórias e lições das primeiras letras. Desde que eu me conheço como gente letras, desenhos, livros, gibis e cartilhas fizeram parte de meu universo. Sou filha de professora e lembro-me muito bem dos momentos em que minha mãe preparava suas aulas e eu estava por perto, aliás, por perto não junto. Enquanto preparava suas aulas ela ia lendo as historinhas, eu ia me familiarizando com as letras até o dia em que não era somente ela quem lia mas sim nós duas compartilhávamos das leituras, lembro-me bem dos livros de Monteiro Lobato, dos gibis do Chico Bento e da Mônica e até hoje quando estou envolvida em minhas leituras recordo-me dos momentos felizes de preparação de aulas que passávamos juntas.

  Que todos possam refletir sobre suas lembranças de leitura e escrita.
                                                                                    Emiliana



Texto escrito por  Eni Novaes Miranda (cursista)
O texto a seguir faz parte de um trabalho realizado sobre "Leitura e Escrita no Contexto Digital - Escola de Formação
Primeira postagem com depoimento sobre leitura e escrita.
Lembranças
"A escrita é a pintura da voz."
(
Voltaire)
Essas reflexões trarão momentos inesquecíveis. Fiquei tentando puxar pela memória quando e onde comecei a ler e escrever. Parece algo tão simplista hoje, mas ao relembrar como isso se deu, percebi que percorri uma longa estrada que está apenas no início. Em meu passado, lembro-me das revistinhas do Tio Patinhas e do Mickey que meu tio levava para eu e meus irmãos e que eu gostava muito de ler; já nas escolas em que estudei, na época do ginásio, lembro-me de ser obrigado e de ter lido muitos livros de José de Alencar ( O Guarani, Iracema, Til), de Machado de Assis ( Helena, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Alienista, Dom Casmurro), de Bernardo Guimarães ( A Escrava Isaura), de Aluísio de Azevedo ( O Cortiço) e outros, em cada dois meses tínhamos que ler um livro, sempre a mando das professoras que tive, leitura essa que eram cobradas em avaliações e também em exposição oral do resumo do livro; naquela época (1978 a 1982) não tínhamos os resumos disponíveis na internet atualmente, tínhamos quer ler pois seriamos cobrados. Lembro que na primeira vez, que a minha professora Dona Vilma Ingueborg, mandou que eu fizesse a exposição do resumo do livro, “O Alienista”, eu tremia tanto e gaguejava apesar de ler o resumo que tinha feito, que nem acredito estar hoje em sala de aula lecionando já a vinte e três anos, nunca naquela época imaginava isso em meu futuro... A vida da gente é cheia de surpresas, não é mesmo ? E eu pensando que não tinha realizado leituras significantes no passado, apesar de terem sido obrigadas no tocante as de literatura acho que foram importantes na época... No entanto acho que comecei a me interessar por livros, mesmo, ali pelos 25 anos. Nunca é tarde para gostar de literatura , não é ? Eu gosto de ler, pois distrai e descansa a mente (quando o livro é para lazer). Ao contrário disso, ler nos traz informações e conhecimentos.” Quanto mais lemos mais percebemos que nada sabemos. Posso dizer que ler muda a vida da pessoa. A gente fica com a cabeça aberta. Podemos e temos conhecimento para falar com os outros sobre variados assuntos. O vocabulário fica enriquecido. A visão de mundo fica mais crítica. Uma leitura, quando é feita por prazer, com gosto e que busque a fruição, beira o belo e o misterioso.
"Aprender uma coisa significa entrar em contato com um mundo do qual não se tem a menor idéia. É preciso ser humilde para aprender. "
(
Paulo Coelho)

Na minha modesta opinião, o autor dessa frase é um dos maiores escritores, da nossa literatura brasileira. Sou fã de “PAULO COELHO”, embora muitos os considerem não necessariamente pela importância de seus textos, que não acham que sua literatura seja tão bem escrita e fantástica a ponto de vender tanto, de ter tanto prestígio internacional, e até fazer parte da Academia, devo dizer, por outro lado, já tendo lido vários de seus livros não acho que o que ele escreve seja tão ruim a ponto de receber tantas críticas, pois ele escreve em seus romances temas universais, como o amor, o ódio, a guerra, a busca do interior, e coisas do gênero. Se não fossem bons, seus livros não teriam sido traduzidos para 56 línguas e publicadas em 155 países. Não é mesmo? E você, oque pensa sobre Paulo Coelho e suas obras ?

Frases de Leitura
"Uma boa leitura dispensa com vantagem a companhia de pessoas frívolas."
(
Marquês de Maricá)
"Quem não lê não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo."
(
Paulo Francis)
"Nós mudamos incessantemente. Mas se pode afirmar também que cada releitura de um livro e cada lembrança dessa releitura renovam o texto."
(
Jorge Luis Borges)
"A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde."
(
André Maurois)