Depoimentos sobre experiências com leitura e escrita, do curso "Práticas de Leitura e Escrita na Contemporâneidade -
2 ed. - 2012"
Texto escrito por Daniela Manzano (cursista)
Olá amigos cursistas !!
Meu contato com a leitura veio desde pequena quando minha avó nos contava as historias sobre sua viagem, quando vieram da Espanha para o Brasil a partir dai comecei a gostar de ler principalmente historias de como as coisas havia acontecido, como por exemplo o surgimento dos primeiros habitantes na terra, penso que desde criança já gostaria de ser professora e professora de historia, como diz o autor Newton Mesquita é através dos livros que temos a possibilidade de viajar sem sair do lugar.
Texto escrito por Elisa (cursista)
Fiquei pensando o que escrever, foi quando sem perceber voltei por volta dos meus 10 ou 11 anos de idade e então surgiu em minha memória meu professor de Língua Portuguesa,Ganymedes José, escritor de vários livros,então entendi que foi ele o responsável por eu ter me tornado professora, eu adorava suas aulas , toda semana tínhamos que levar uma revista que eu comprava na banca de jornais da praça e nesta revista havia personagens que recortávamos para fazer a ilustração e escrevíamos o nosso próprio texto em sala de aula. Recordo também que eram tempos difíceis e muitas vezes não tinha dinheiro para comprar nova revista, então eu usava os mesmos personagens as mesmas paisagens e mudava completamente a ilustração e o texto escrito.
Este foi o responsável por eu ter me tornado professora:
Ganymédes José
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Ganymédes José Santos de Oliveira (Casa Branca,15 de maio de 1936 — 9 de julho de 1990) foi um dos mais influentes escritores da literatura infantil brasileira nos anos 70 e 80. Recebeu vários prêmios, como oPrêmio APCA 1976, da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Jabuti 1985, da Câmara Brasileira do Livro, entre outros. Também exerceu as profissões decronista, ficcionista, poeta, tradutor, teatrólogo,musicista, restaurador de imagens sacras, advogado,professor e ilustrador de livros.
Biografia
Juventude
Ganymédes José nasceu no município de Casa Branca, interior de São Paulo, em 15 de maiode 1936. Filho primogênito de João de Oliveira e Rita Conceição Santos Oliveira, contava que, na hora do seu batizado, o padre ameaçou energicamente: "Com nome de pagão eu não batizo! Só se juntarem José." E concluía: "Daí eu virei substantivo composto." Cresceu num mundo mágico, pois seus pais eram artesãos e tinham grande criatividade para os trabalhos manuais, como enfeitar festas de criança, construir presépios movimentados etc.
Em 1944, com apenas oito anos, escreve o seu primeiro livro intitulado O Porquinho Teimoso, no qual narrava a trajetória de um porquinho cujo sonho era tocar violino numa orquestra. Quando mostrou a história para o pai, este, com toda a paciência, datilografou o conto, grampeou as folhas e, entregando o caderno, disse: "Aí está seu livro. Agora, é só fazer os desenhos."
Ganha Menção Honrosa no Concurso Literário Galeão Coutinho ainda no ginásio, em 1952, promovido pela União Paulista de Educação através do Jornal de Notícias, de São Paulo.
Em 1954 formou-se professor normalista cursando o magistério pelo Instituto de Educação Dr. Francisco Thomaz de Carvalho, uma das primeiras escolas do interior do estado, vindo a ganhar o Brasão da Cidade (promovido pela prefeitura municipal) em 1958. No ano que se formou como bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1959), sua peça Juana Maria dos Presentes foi para os palcos sob a direção de Milton Andrade, velho companheiro de curso, e mereceu da crítica campineira a Medalha de Prata como autor-revelação do II Festival Universitário de Campinas.
Retornando a Casa Branca, começou a trabalhar no Cartório de Notas de seu pai e lecionouinglês na escola de Comércio. Nove anos depois, em 1968, foi vencedor do I Festival de Música Popular de Casa Branca.
A fama
Em 1972, aceitou o desafio-convite de Ignácio de Loyola Brandão para escrever A Vida de Cristo, em vinte fascículos, sua primeira possibilidade de ser escritor editado. Nessa época lecionava português e cursava a faculdade de Letras de São José do Rio Pardo.
No ano seguinte sai o seu primeiro romance publicado, A Noite dos Grandes Pedidos, acompanhado de uma fecunda produção de textos (pelas séries Inspetora, Vivi Pimenta eGoiabinha), romances, novelas, literatura infanto-juvenil, com mais de cem livros publicados num período de dez anos, datilografando apenas com três dedos e consagrando-se como um dos grandes nomes da literatura infantil no Brasil naquela década, servindo de inspiração para muita gente do ramo, como Stella Carr, Álvaro Cardoso Gomes, Lourenço Diaféria e Pedro Bandeira.
A Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) concedeu-lhe o prêmio de melhor livro infantil por A Galinha Nanduca, em 1976. Meses depois, em setembro de 1976, publicou a obraQuando Florescem os Ipês, que nada foi alterado na revisão gramatical, após ter permanecido quinze anos guardado numa gaveta à espera de publicação. No dia 31 de dezembro foi apresentado para todo o Brasil no programa Cidade contra Cidade, de Sílvio Santos, onde eram apresentados os melhores números do ano com relação a vendagens, tendo a honra de ver seu nome nos dois primeiros números colocados no fechamento do programa.
Através de pesquisa efetuada pelo MEC nas salas circundantes no período de junho de 1979a junho de 1980, a ordem de autores mais lidos no país era a seguinte: 1. Walt Disney (HQ's); 2. Ganymédes José; 3. Irmãos Grimm e 4. Monteiro Lobato.
Recebeu e aceitou o convite para se tornar membro efetivo da Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil em 1979.
Talvez, com certa intuição de que partiria cedo, Ganymédes escreveu em ritmo de avalanche, o que fez com que a "crítica oficial" o considerasse, durante muitos anos, como um escritor menor, o que estava longe de ser verdade e o tempo se encarregou de prová-lo. Escritor de linhagem lobatiana, Ganymédes, tal qual Lobato, criou mundos onde as crianças adoram viver. Com a diferença exigida pelos nossos tempos de que não há individualismos prepotentes (como o de Emília, a grande presença no mundo lobatiano, de raízes nietzschianas), no universo de Ganymédes José as lideranças pertencem a grupos, nunca a um determinado personagem. O bom humor, o riso onipresente na maior parte de suas tramas provém de uma visão de mundo realista, mas otimista e gaiata, que privilegiava a vida como o bem mais precioso. Daí suas sátiras às vaidades, preconceitos ou tolices formais que há séculos são cultivadas pela sociedade. Suas narrativas transmitem a certeza de que o essencial é a vida, o amor e que a nossa presença no mundo só adquire valor na medida em que lutamos pelos ideais de fraternidade e justiça. Daí sua predileção pelas existências comuns (sem heróis ou heroínas de exceção…) e pelas situações banais do cotidiano, onde de repente surge o inesperado, o mistério ou o insólito. Bom assusnto não acham galera?
Década de 1980
Passou a receber inúmeras cartas de fãs de diversas partes do país, em sua maioria compostos de jovens que tiveram acesso e conhecimento de suas obras através das atividades escolares. Uma dessas jovens, de nome Cláudia, lhe inspirou a escrever outra obra que mais tarde seria, dentre todas, uma das mais populares nos anos 80, Um Girassol na Janela, que rapidamente fez com que a primeira tiragem se esgotasse em questão de semanas.
Era o ano de 1984 e autores infantis no Brasil estavam em "voga", impulsionados pelo fim da repressão de vinte anos provocada pela ditadura militar. Uma variedade de títulos voltado a temas que antes eram considerados tabus, foram despejados no mercado, possibilitando com que a literatura infanto-juvenil no Brasil ganhasse, em poucos anos, um crescimento como jamais visto. Ganymédes juntou-se a essa geração, trazendo consigo um reconhecimento conquistado na década anterior.
Em 1985 ganhou o Prêmio Jabuti ao lado de Giselda Laporta Nicolelis, concedido pela Câmara Brasileira do Livro.
A partir daí pôde dedicar todo o tempo aos livros, ora lecionando e curtindo seus alunos, ora sentado à mesa usando uma boa e velha máquina de escrever (sentia certo pavor diante doscomputadores), escrevendo peças para teatro infantil, traduzindo livros, respondendo cartas e escrevendo crônicas para o jornal Casa Branca Hoje.
O fim
Seu grande desafio veio no ano de 1989, enquanto escrevia Posso Te Dar Meu Coração, quando idealizou escrever um livro sobre drogas. Numa viagem para Curitiba, a fim de concretizar negócios editoriais, recebe o convite do psicólogo Carlos T. Grzybowski para pôr em prática o seu projeto, e se dispôs a ajudá-lo. Ganymédes foi para São Paulo mas voltou à Curitiba com o intuito de cumprir a missão, visitando casas de recuperação e entrevistando ex-drogados em companhia do amigo. Com os originais prontos para a publicação, a Editora Moderna rejeitou na primeira tentativa, e Ganymédes se viu na necessidade de reformulá-los. Foram vários meses de luta para que a editora aceitasse o desafio de publicar a obra, que ganhara o nome de Uma Luz no Fim do Túnel.
No dia 9 de julho de 1990, quando Ganymédes se preparava para o lançamento, seu coraçãoparou repentinamente de bater e veio a falecer após uma parada cardíaca, na mesma casa em que nasceu, no município de Casa Branca.
Estilo literário
Muitos livros de Ganymédes são verdadeiros cine-mentais, com uma descrição precisa e mágica de cenários e personagens. As cores sutis e bem colocadas refletem, de certa forma, o elemento mais forte: o clima, a emoção que a tudo envolve. E o ritmo, que permite ao leitor caminhar na história, adentrar um personagem, envolver-se totalmente. Obras como Meu Nome É Esperança!,O Rio traz, O Rio leva e A História do Galo Marquês são exemplos do cinema interior proposto por Ganymédes José. Imagens que chegam a ter "cheiros": de terra, de chuva no asfalto, de papel celofane, do pão saindo do forno, das coisas frias aos sentimentos ternos, fazendo com que o leitor se sensibilize pela narrativa fluente.
Viagem, um de seus primeiros livros, é inteiramente ilustrado com motivos vitorianos, crianças e flores, na diagramação de seu irmão, o artista plástico Tenê, de Casa Branca. Eis o caminho de um menino através do presépio, na véspera de Natal, aceitando o convite de Frei Sineiro, um boneco de chocolate com rosto de massa de amêndoas. Neste livro, cada página é um momento dessa viagem, um espaço para conhecer cada personagem que surge repentinamente e para refletir sobre as mensagens simples da existência. Ganymédes José que, desde a infância, conviveu com a magia dos grandes presépios móveis construídos habilmente pelo seu pai, soube estender o convite a todos os leitores, com palavras delicadas e firmes.
Obras
Teatro
- Juana Maria dos Presentes (1959)
Romances
- " Sem destino" (1952)
- A Vida de Cristo (1972)
- Classe Média (1973)
- Uma Vez, Casa Branca (1973)
- Sem Destino (1974)
- Depois, o Silêncio (1974)
- Meu Nome É Esperança! (1974)
- Tiana Coragem (1976)
- Quando Florescem os Ipês (1976)
- Super G (1982)
- A Ladeira da Saudade (1984)
Literatura infantil
- A Noite dos Grandes Pedidos (1973)
- A Viagem da Canção Mágica (1973)
- Os Homens de Papel (1973)
- A Terra dos Benebons Amarelos (1974)
- Júlia Pata (1974)
- Uma Menina Chamada Rita (1975)
- A Galinha Nanduca (1975)
- O Caso do Tesouro da Diaba Velha (1975)
- Viagem (1975)
- O Menino que Veio para Ficar (1976)
- A Anjinha Teresinha (1976)
- Tuniquim (1977)
- Bicicleta para Dois (1978)
- Pai-de-Todos (1978)
- Os 7 Enigmas de Ganimédes (1979)
- O Ônibus Musical (1979)
- Para Além das Estrelas (1979)
- Caminho para o Sol (1979)
- A Galinha Nanduca em São Paulo (1979)
- Os 5 na Lua (1980)
- O Menino e a Lagartixa (1981)
- Do Outro Lado do Mar (1981)
- Dona de Pensão (1981)
- Amarelinho (1982)
- O Caso da Taça do Professorado (1982)
- Uma Estudante Chamada Rita (1982)
- Fazedor de Mágicas (1982)
- A Galinha Nanduca em Aracaju (1982)
- Guerra no Rio (1982)
- A História do Galinho Marquês (1982)
- A Morte tem 7 Herdeiros: a noite em que Agatha Christie visitou Jacuruçunga (co-autoria com Stella Carr) (1982)
- A Mulher do Papai Noel (1982)
- A Vila das Três Cruzes (1982)
- Em Tempo de Festa (1983)
- Escolha o Final (1983)
- João Faz-de-Conta (1983)
- Larissa (1983)
- A Pantera de Pijama Cor-de-Rosa (1983)
- A Toca do Edu e a Copa (1983)
- Vamos Fazer Teatro (1983)
- Um Girassol na Janela (1984)
- A Noite do Lobisomem (1984)
- O Dia em que a Guerra passou por Casa Branca (1984)
- Os Ossos do Capitão Tarmelão (1984)
- Corações de Pedra (1984)
- Por uma Semente de Paz (1984)
- Os Heróis da Bola de Cristal (1984)
- Os Guardiães de Soterion (1984)
- Oito Minutos dentro de uma Fotografia (1984)
- A Turma da Tia e os Bilhetes Misteriosos (1984)
- A Próxima Vítima (1984)
- A Macaca Sofia (1984)
- AwanKana (1984)
- Tudo Vale a Pena (1984)
- Eu e o Teatro (1984)
- A Pedra dos Sinais (1985)
- Na Terra dos Orixás (1985)
- O Enigma das Estrelas (1985)
- Boçoroca (1985)
- O Roubo da Comenda Imperial (1985)
- O Enigma da Casa de Vidro (1985)
- Os Doze Trabalhos de Hércules (1985)
- A Próxima Vítima (1985)
- O Rio Traz, o Rio Leva (1986)
- E se Todo Mundo Tivesse Rabo? (1986)
- O Solar Assombrado (1986)
- A Lenda da América do Sul (1987)
- Um Amor do Outro Mundo (1987)
- A Risada da Lilinha (1987)
- O Príncipe Fantasma (1987)
- Brim Azul (1987)
- Bang-Bang na Italiana (1988)
- Posso Te Dar Meu Coração (1990)
- Adoráveis Vigaristas (1990)
- Uma Luz no Fim do Túnel (1990)
Obras póstumas
- O Crime Atrás da Porta (1991)
- O Mistério no Colégio (2003)
- No Caminho das Estrelas: A História de Rute (2003)
Coleções
- Série Inspetora (de 1973 a 1982)
- Série Goiabinha (de 1975 a 1976)
- Série Vivi Pimenta (de 1975 a 1976)
- Coleção Fio Fio: Cores do Arco-íris/ Fazendo Cartões (1981)
Principais prêmios
- 1973 - Troféu Jabuticaba, da Câmara Municipal de Casa Branca.
- 1975 - Prêmio APCA de melhor livro infantil
- 1979 - Membro da Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil.
- 1979 - Menção honrosa no Concurso Fernando Chinaglia, Rio de Janeiro.
- 1980 - BIJ-Informa, da Prefeitura de São Paulo.
- 1982 - Prêmio João de Barro (júri adulto), em Belo Horizonte.
- 1985 - Prêmio Jabuti, na categoria literatura juvenil.
Texto escrito por Emiliana (cursista)
Posso dizer que mesmo antes de nascer já ouvia histórias e lições das primeiras letras. Desde que eu me conheço como gente letras, desenhos, livros, gibis e cartilhas fizeram parte de meu universo. Sou filha de professora e lembro-me muito bem dos momentos em que minha mãe preparava suas aulas e eu estava por perto, aliás, por perto não junto. Enquanto preparava suas aulas ela ia lendo as historinhas, eu ia me familiarizando com as letras até o dia em que não era somente ela quem lia mas sim nós duas compartilhávamos das leituras, lembro-me bem dos livros de Monteiro Lobato, dos gibis do Chico Bento e da Mônica e até hoje quando estou envolvida em minhas leituras recordo-me dos momentos felizes de preparação de aulas que passávamos juntas.
Que todos possam refletir sobre suas lembranças de leitura e escrita.
Emiliana
Texto escrito por Eni Novaes Miranda (cursista)
O texto a seguir faz parte de um trabalho realizado sobre "Leitura e Escrita no Contexto Digital - Escola de Formação
Primeira postagem com depoimento sobre leitura e escrita.
Lembranças
"A escrita é a pintura da voz."
(Voltaire)
Essas reflexões trarão momentos inesquecíveis. Fiquei tentando puxar pela memória quando e onde comecei a ler e escrever. Parece algo tão simplista hoje, mas ao relembrar como isso se deu, percebi que percorri uma longa estrada que está apenas no início. Em meu passado, lembro-me das revistinhas do Tio Patinhas e do Mickey que meu tio levava para eu e meus irmãos e que eu gostava muito de ler; já nas escolas em que estudei, na época do ginásio, lembro-me de ser obrigado e de ter lido muitos livros de José de Alencar ( O Guarani, Iracema, Til), de Machado de Assis ( Helena, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Alienista, Dom Casmurro), de Bernardo Guimarães ( A Escrava Isaura), de Aluísio de Azevedo ( O Cortiço) e outros, em cada dois meses tínhamos que ler um livro, sempre a mando das professoras que tive, leitura essa que eram cobradas em avaliações e também em exposição oral do resumo do livro; naquela época (1978 a 1982) não tínhamos os resumos disponíveis na internet atualmente, tínhamos quer ler pois seriamos cobrados. Lembro que na primeira vez, que a minha professora Dona Vilma Ingueborg, mandou que eu fizesse a exposição do resumo do livro, “O Alienista”, eu tremia tanto e gaguejava apesar de ler o resumo que tinha feito, que nem acredito estar hoje em sala de aula lecionando já a vinte e três anos, nunca naquela época imaginava isso em meu futuro... A vida da gente é cheia de surpresas, não é mesmo ? E eu pensando que não tinha realizado leituras significantes no passado, apesar de terem sido obrigadas no tocante as de literatura acho que foram importantes na época... No entanto acho que comecei a me interessar por livros, mesmo, ali pelos 25 anos. Nunca é tarde para gostar de literatura , não é ? Eu gosto de ler, pois distrai e descansa a mente (quando o livro é para lazer). Ao contrário disso, ler nos traz informações e conhecimentos.” Quanto mais lemos mais percebemos que nada sabemos. Posso dizer que ler muda a vida da pessoa. A gente fica com a cabeça aberta. Podemos e temos conhecimento para falar com os outros sobre variados assuntos. O vocabulário fica enriquecido. A visão de mundo fica mais crítica. Uma leitura, quando é feita por prazer, com gosto e que busque a fruição, beira o belo e o misterioso.
"Aprender uma coisa significa entrar em contato com um mundo do qual não se tem a menor idéia. É preciso ser humilde para aprender. "
(Paulo Coelho)
Na minha modesta opinião, o autor dessa frase é um dos maiores escritores, da nossa literatura brasileira. Sou fã de “PAULO COELHO”, embora muitos os considerem não necessariamente pela importância de seus textos, que não acham que sua literatura seja tão bem escrita e fantástica a ponto de vender tanto, de ter tanto prestígio internacional, e até fazer parte da Academia, devo dizer, por outro lado, já tendo lido vários de seus livros não acho que o que ele escreve seja tão ruim a ponto de receber tantas críticas, pois ele escreve em seus romances temas universais, como o amor, o ódio, a guerra, a busca do interior, e coisas do gênero. Se não fossem bons, seus livros não teriam sido traduzidos para 56 línguas e publicadas em 155 países. Não é mesmo? E você, oque pensa sobre Paulo Coelho e suas obras ?
Frases de Leitura
"Uma boa leitura dispensa com vantagem a companhia de pessoas frívolas."
(Marquês de Maricá)
"Quem não lê não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo."
(Paulo Francis)
"Nós mudamos incessantemente. Mas se pode afirmar também que cada releitura de um livro e cada lembrança dessa releitura renovam o texto."
(Jorge Luis Borges)
"A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde."
(André Maurois)
"A escrita é a pintura da voz."
(Voltaire)
Essas reflexões trarão momentos inesquecíveis. Fiquei tentando puxar pela memória quando e onde comecei a ler e escrever. Parece algo tão simplista hoje, mas ao relembrar como isso se deu, percebi que percorri uma longa estrada que está apenas no início. Em meu passado, lembro-me das revistinhas do Tio Patinhas e do Mickey que meu tio levava para eu e meus irmãos e que eu gostava muito de ler; já nas escolas em que estudei, na época do ginásio, lembro-me de ser obrigado e de ter lido muitos livros de José de Alencar ( O Guarani, Iracema, Til), de Machado de Assis ( Helena, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Alienista, Dom Casmurro), de Bernardo Guimarães ( A Escrava Isaura), de Aluísio de Azevedo ( O Cortiço) e outros, em cada dois meses tínhamos que ler um livro, sempre a mando das professoras que tive, leitura essa que eram cobradas em avaliações e também em exposição oral do resumo do livro; naquela época (1978 a 1982) não tínhamos os resumos disponíveis na internet atualmente, tínhamos quer ler pois seriamos cobrados. Lembro que na primeira vez, que a minha professora Dona Vilma Ingueborg, mandou que eu fizesse a exposição do resumo do livro, “O Alienista”, eu tremia tanto e gaguejava apesar de ler o resumo que tinha feito, que nem acredito estar hoje em sala de aula lecionando já a vinte e três anos, nunca naquela época imaginava isso em meu futuro... A vida da gente é cheia de surpresas, não é mesmo ? E eu pensando que não tinha realizado leituras significantes no passado, apesar de terem sido obrigadas no tocante as de literatura acho que foram importantes na época... No entanto acho que comecei a me interessar por livros, mesmo, ali pelos 25 anos. Nunca é tarde para gostar de literatura , não é ? Eu gosto de ler, pois distrai e descansa a mente (quando o livro é para lazer). Ao contrário disso, ler nos traz informações e conhecimentos.” Quanto mais lemos mais percebemos que nada sabemos. Posso dizer que ler muda a vida da pessoa. A gente fica com a cabeça aberta. Podemos e temos conhecimento para falar com os outros sobre variados assuntos. O vocabulário fica enriquecido. A visão de mundo fica mais crítica. Uma leitura, quando é feita por prazer, com gosto e que busque a fruição, beira o belo e o misterioso.
"Aprender uma coisa significa entrar em contato com um mundo do qual não se tem a menor idéia. É preciso ser humilde para aprender. "
(Paulo Coelho)
Na minha modesta opinião, o autor dessa frase é um dos maiores escritores, da nossa literatura brasileira. Sou fã de “PAULO COELHO”, embora muitos os considerem não necessariamente pela importância de seus textos, que não acham que sua literatura seja tão bem escrita e fantástica a ponto de vender tanto, de ter tanto prestígio internacional, e até fazer parte da Academia, devo dizer, por outro lado, já tendo lido vários de seus livros não acho que o que ele escreve seja tão ruim a ponto de receber tantas críticas, pois ele escreve em seus romances temas universais, como o amor, o ódio, a guerra, a busca do interior, e coisas do gênero. Se não fossem bons, seus livros não teriam sido traduzidos para 56 línguas e publicadas em 155 países. Não é mesmo? E você, oque pensa sobre Paulo Coelho e suas obras ?
Frases de Leitura
"Uma boa leitura dispensa com vantagem a companhia de pessoas frívolas."
(Marquês de Maricá)
"Quem não lê não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo."
(Paulo Francis)
"Nós mudamos incessantemente. Mas se pode afirmar também que cada releitura de um livro e cada lembrança dessa releitura renovam o texto."
(Jorge Luis Borges)
"A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde."
(André Maurois)
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